quarta-feira, 30 de julho de 2008

Uma linda homenagem de meu grande amigo Edivar Poeta.


Nossa amizade...
Uma linda flor!!!
Sua amizade me encanta,
Com a ternura de seu coração
Como o verde da planta!
Embelezando a plantação!!!
Que em nosso jardim,
Pura obra santa divina
O Espírito santo em mim!
Docemente me ensina!!!
Que tu és uma linda flor,
Na imagem de uma linda mulher
Que busca santidade no amor!
Isto é, o que ele quer!!!
Sou eu quem está dizendo,
Um mísero pecador
O Santo Espírito de Deus,
Enaltecendo!
Nossa amizade...
Uma linda flor!!!

ByEdivar poeta!!!

terça-feira, 24 de junho de 2008


Quanta vida trançadas, entrelaçadas , surgidas em um tronco sem vida, mas danto sustentação pra tanta beleza! Assim somo nós, sempre capazes de possiblitar vidas, mesmo quando parecemos não tê-la.

http://escritordaliberdade.blogspot.com/search?updated-max=2008-06-23T08%3A46%3A00-07%3A00&max-results=7

Eu sou um herói que espera que os dias sombrios transformem-se em noites alegres. Eu sou um herói que trava a batalha mais perversa de um guerreiro celestial, a batalha pela vida. Eu sou aquele que reza preces desesperadas pelo bem, um eterno gladiador. Um ser que encara o espelho como alguém que só olha para dentro de si procurando enxergar verdades. Eu existo na forma de um homem épico que vive no coração dos homens que não tem paz, mas que ainda caminham tentando evitar os vales da morte. Eu vim dos céus para vencer, para fazer com que continuem a crer na minha fé. Eu rodo as estradas da vida na busca da chuva de verão, na busca da luz nos olhos e do sol de entardecer. Eu anseio por algo maior que a vitória e menor que a derrota, eu luto pela paz. Eu sou reflexo de uma esperança que surge a cada manhã e invade o mundo, o sol. Eu sobrevivo desta que é a minha força mas que é também a minha maior fraqueza: Amar demais.
Blog interessante, vale a poena visitar:http://escritordaliberdade.blogspot.com/s

Blog do meu amigo Pedro

Cordel da velhice! kkkkkkkkkkkk

!Cordel da velhice

Hoje estou aqui contente
Para falar com meiguice
De uma certa meninice
Que o tempo achou de acabar
Levou pra longe da Terra
Levou pras onda do mar
E aqui fico nesse pesar
Quando começo a lembrar
Do tempo que foi embora
Para nunca mais voltar.

Vou falar tudo rimado
Pra um ouvido cansado
Que procura aconchego
Nos braços de um chamego
Remédio melhor não há.
Que colocar no papel
com alegria a velhice
Num versinho de cordel.

Já fui moça bem matreira
Já amei na ribanceira, seu doutor
Agora só o que sinto,
Ó Xente! É muita dor!
Dói os tornozelos, dói os joelhos
Dói o dente, quando o tempo está quente
Dói a mente e até o pé
Pra amenizar tanta dor,
só mesmo um bom café!

É dor de tempo perdido
È dor de amor escondido.
Incomoda minha fé
E coceira que não pára!
Parece bicho de pé!

Minha lembrança se esconde
Na tristeza e na alegria
A juventude mora longe,
É vizinha da nostalgia!
Daquilo que muito vivi
Por isso posso falar
Crianças ouçam o que digo
Mas, não queiram experimentar
Não há idade precisa


Hoje resolvi não rimar, melhor escrever e pensar, ou apenas deixar as palavras fluírem. Saírem sem direção. Hoje meu amigo , descobri que as diferenças nos aproximam, nos impelem, nos afetam. Cada um tem o seu jeito, mas por dentro: somos gente, que nos amamos indistintos, sem explicação. Não sabemos o que sentimos! Mas, é forte, maior do que a razão!